Rubens Bordini, de novo
Após quatro anos, Fidel Castro volta a discursar em público
Polícia Federal divulga balanço da operação Mercari
Dilma concederá entrevista coletiva às 16h30min desta sexta-feira
Presidente manda a Polícia Federal comandar investigações sobre quebra de sigilo na Receita
Corregedor eleitoral arquiva pedido de Serra para cassar Dilma
29/07/2010 | 14:23
Há cinco meses do final do mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que quando deixar o cargo será um “leão” na defesa da reforma política. Lula disse que buscará mobilizar o PT em torno desse compromisso.
“Temos muita dificuldade de fazer a reforma política. Depois que eu não for mais presidente vou ser um leão para que o meu partido assuma a responsabilidade de junto com outros fazer uma reforma política. Não é de responsabilidade do presidente da República fazer reforma política, é responsabilidade dos parlamentares e, portanto, temos que priorizar”, declarou em discurso hoje (30) em Porto Alegre (RS).
Lula adotou um tom de despedida durante o discurso ao afirmar que com o mandato chegando ao fim ele passa da fase de falar do futuro para a de prestar contas. Aos presentes no evento, disse que pediu aos ministros que, ao deixarem os cargos, em dezembro, entreguem um relatório com tudo o que foi gasto pelas pastas em ações por todo o país.
“Quando os ministros entregarem o mandato eles vão me entregar um relatório registrado em cartório de cada centavo que foi gasto em cada canto nesse país. Quero que as universidades, a imprensa, os empresários tenham [esse documento].”
Lula disse ainda que a política é a “arte do óbvio” e que o óbvio é fazer estradas, pontes, gerar empregos e melhorar a vida das pessoas. “Não tem nada mais fácil para você governar do que fazer o óbvio, aquilo que o povo precisa, sem inventar. Isso é o óbvio, é o que todo político promete na campanha”, completou.
Ao final do discurso, Lula afirmou que não deixará de participar da campanha política para as eleições deste ano como, segundo ele, muitos querem.
Em Porto Alegre, o presidente Lula lançou o edital de licitação para a duplicação da BR-116, entre Guaíba (RS) e Pelotas (RS). Durante evento simultâneo, no município de Estrela (RS), o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, assinou ordem de serviço para a duplicação da BR-386, no trecho entre Tabaí (RS) e Estrela (RS).
Esse conjunto de obras rodoviárias totaliza investimentos de mais de R$ 1,1 bilhão, de acordo com o Ministério dos Transportes.
Na mesma cerimônia foram assinados contratos da Caixa Econômica Federal para financiamento dos programas Pró-Transporte, Saneamento para Todos e Minha Casa, Minha Vida, que beneficiarão diversos municípios do Rio Grande do Sul e terão um investimento total de R$ 596,7 milhões, segundo a Caixa.
Imprimir
Enviar
milton mazzochi
Estive presente no comício de ontem à noite e gostei do que ouvi. No entanto, considero que se deva dar mais ênfase à questão de se dar continuidade ao projeto iniciado no Governo Lula com Dilma (despersonalizar, desmistificar que Lula representa um projeto, que pode e deve ter continuidade) e que o retorno do PSDB seria DESASTROSO para o Brasil. Não acho boa idéia ressaltar o fim do governo Lula (como se com Dilma se iniciasse nova fase). Lula não pode se "despedir" antecipadamente, pois é exatamente isso que a direita espera, com o marketing do pós-Lula onde o povo deve escolher o mais competente, o mais experiente etc. Lula deveria mostrar que continuará presente no futuro Governo Dilma.
Polícia Federal divulga balanço da operação Mercari
Força-tarefa investiga desvios de até R$ 10 milhões na área de marketing do Banrisul
Bohn Gass condiciona o acordo para votar projetos governistas à apreciação da Política Estadual de Economia Solidária
Vox mostra Dilma 26 pontos à frente de Serra e com 60% dos votos válidos
Rubens Bordini, de novo
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
|
||||||||||||||||||||